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Casal ”A Culpa é das Estrelas” morre. Entenda o caso

Confira essa história que está emocionando a internet!

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casal real de A culpa é das estrelas

Quem conhece a história do livro A Culpa é das Estrelas se emociona. No livro, a adolescente Hazel Grace é diagnosticada com câncer e se mantém viva graças a uma droga experimental. Depois de um tempo lutando contra a doença, ela é forçada pelos pais a participar de um grupo de apoio cristão. Lá, conhece Augustus, um rapaz que também sofre com a doença. Eles se aproximam e se apaixonam. <3

A história é linda e faz todo mundo chorar. Após o sucesso do livro, John Green revelou que, para escrevê-lo, o autor teve uma inspiração: Esther Grace.

esther

FOTO: Reprodução

Esther nasceu em Agosto de 1994, e foi diagnosticada em dezembro de 2006 com carcinoma papilar da tireoide (um tipo de câncer maligno), já com metástases no pulmão.  Com o tumor nos pulmões, ela precisou usar tubos de oxigênio para auxiliar na respiração, o que deixou sua locomoção cada vez mais complicada. Por isso, ela começou a criar amizades online através de seu canal do Youtube.

Esther e John se conheceram em uma conferência para fãs de Harry Potter, em 2009. Ela era uma fã dos livros e dos vídeos que John Green e seu irmão faziam em seu canal. Desde então, viraram amigos, e John Green a acompanhou até sua morte, em agosto de 2010.

“Esther era uma pessoa incomum, e conhecê-la me lembrou de como os adolescentes podem ser introspectivos e, ao mesmo tempo, ter uma empatia estonteante. Pensar sobre essas qualidades me deu uma nova visão dessa história, que tentei escrever por 10 anos. É importante dizer que Esther era muito diferente de Hazel, e que eu certamente não quis me apropriar da história dela. Mas eu jamais poderia ter escrito este livro se não a tivesse conhecido. Ela inspirou cada palavra”, revelou o autor de A Culpa é das Estrelas em uma entrevista.

Confira:

Logo após sua morte, a família de Esther abriu uma fundação chamada “This Star Won’t Go Out” (Essa estrela não se apagará),  que ajuda financeiramente famílias de crianças com câncer. Um livro contando a história de Esther, intitulado “This Star Won’t Go  Out: The Life and Words of Esther Grace Earl” foi lançado com prefácio de John Green e anotações dos pais da jovem.

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FOTO: Reprodução

A Culpa é das Estrelas leva esse nome em homenagem à tradução do nome da adolescente que, em Persa, significa estrela <3

O casal A Culpa é das Estrelas da vida real

Há boatos rolando pela internet que Katie Prager e Dalton Prager são o casal que inspirou o filme A Culpa é das Estrelas. Como dissemos ali em cima, a inspiração partiu da história de vida de Esther. Mas isso não torna a história de Katie e Dalton menos importante ou menos emocionante.

Pelo contrário, mesmo não sendo a inspiração original, o casal passou por algo muito parecido ao ocorrido com Hazel e Augustus.

Os dois se conheceram em uma grupo do Facebook. Katie leu sobre a doença de Dalton e resolveu entrar em contato ”Se você precisar de um amigo para conversar, você pode falar comigo”. Ela era portadora de Fibrose Cística, assim como ele. Essa doença é genética e sem cura, ataca os pulmões e pode levar à morte. 

Os dois começaram a trocar mensagens e se apaixonaram, mas algo impedia o encontro: Dalton tinha uma infecção, Burkholderia cepacia, algo bem perigoso e contagioso para pessoas com fibrose cística, e os médicos pediram para ele nunca mais se encontrar com outro paciente portador de CF, para que ele não transmitisse a bactéria.

Mas, após um tempo se relacionamento pela internet, Katie resolveu ouvir seu coração, mesmo que isso significasse piorar seus pulmões, e pediu para Dalton ir visita-lá: “Eu disse a Dalton que prefiro ser feliz por cinco anos da minha vida e morrer mais cedo, do que ser medíocre e viver por 20 anos”, contou em uma entrevista.

FOTO: Facebook

FOTO: Facebook

Dois anos se passaram e, em 2011, Dalton e Katie se casaram. Eles viveram juntos por 5 anos até que, em julho de 2016, precisaram ser separados para irem atrás de transplantes de pulmão. Os dois chegaram a passar por algumas cirurgias, mas todas foram rejeitadas.

Katie e Dalton conversavam por facetime sempre que possível. No sábado (17.09.2016), a família dela preparou um ”Natal em Setembro”, pois Katie estava tão doente que não resistiria até dezembro de 2016. Era para ser um dia de comemoração mas, infelizmente, Dalton faleceu. Apesar da família lutar para que ele viajasse até sua casa e se encontrasse com Katie antes, a saúde dele não permitiu.

FOTO: Facebook

FOTO: Facebook

Mesmo com o ocorrido, Katie comemorou o natal com a família e os amigos.  Infelizmente, na segunda (22.09.2016), a jovem também veio a falecer. O comunicado veio através de uma postagem no Facebook:

”9524 dias atrás, tive o prazer de conhecer uma pessoa que não só mudou a minha vida, mas também tocou e inspirou aqueles ao seu redor. Minha Katie amava a sua família. Ela nunca conheceu um estranho, ela pode transformar uma situação em um momento de diversão e risadas. Hoje de manhã cedo, ela ganhou o seu desejo de estar em casa, na cama dela, cercado por sua mãe, pai, irmão e seus cachorros, e morrer em paz, longe do hospital, tubos, ivs. Dalton estava à espera de braços abertos, bem como ambos na casa da avó dela e uma série de familiares e amigos que partiram antes dela. Eu sei que é egoísta em ficar triste, eu tive muitos dias, mas ela está nos braços de Jesus hoje e ela pode respirar sem oxigênio, ela já não tem de fazer diálise e tirou toda a dor que ela sofreu. Uma coisa importante de se tirar disto é viver, apenas viver… Se há algo que você quer fazer, não espere. A vida é curta. Katie sabia o quanto ela era amada. Ela sabia o quanto eu a amava, eu disse a ela e mostrei todos os dias. Foi-nos dado um grande presente, sabíamos que seu tempo era curto e ela foi capaz de fazer algumas coisas que ela queria, e eu sou grato por isso. Para os próximos dias não vai ser fácil mas eu encontrar conforto em saber que minha menina viveu, ela viveu de verdade”.

Veja também lições que aprendemos com a história de A Culpa é das Estrelas:

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Confira 12 itens super fofos para ter no seu cantinho

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Se você adora dar aquela cara nova para o seu quarto, então está no lugar certo! A Todateen preparou uma lista com 12 itens super fofos que você vai amar ter no seu cantinho. E tem de tudo: luminária, pantufa, porta-bijuteria, planner, almofada, memory board e muito mais. Dá uma olhada na nossa seleção:

1. Luminária 3D Touch Lua Cheia Abajur LED Decoraçao USB 

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2. Organizador Bijoux

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3. Pantufa Sullivan Monstros SA 

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4. Clips, Tilibra, Rosa Pastel, 120 Unidades

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5. Planner Bloco Pólen Semanal, Cicero

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6. Porta-coisas, Estampa Cílios

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7. Almofada Rosquinha Donut 

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8. Chinelo Pzama 

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9. Memory Board + 6 mini prendedores 

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10. Jogo de cama Solteiro Duplo, Cactus 

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11. Luminária de mesa Flamingo 

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12. Varal Luminoso LED, 10 Prendedores 

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Exclusiva: autora nacional Maria Anna Martins dá detalhes sobre seu 1º romance, “Olhos de Gato”

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Exclusiva: autora nacional Maria Anna Martins dá detalhes sobre seu 1º romance, "Olhos de Gato"
Divulgação/Lea Dantas @clickeresenha | Arte: Laura Ferrazzano

Mais uma autora nacional na área. Olhos de Gato é o primeiro romance da escritora nordestina Maria Anna Martins, que conta com muitas envolvimentos amorosos e confusões. O livro, que se passa no Recife, apresenta a vida da personagem Cassandra Moreira, uma jornalista.

Essa é a primeira comédia romântica publicada da autora que já conta com dois livros de contos autorais e um livro infantil pela editora Flyve. Além disso foi indicada duas vezes ao prêmio Strix de literatura. Em entrevista à todateen, Maria Anna falou mais sobre o seu processo criativo e revelou se tem mais novidades vindo por aí. 

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Confira!

todateen: Você sempre teve vontade de se tornar uma escritora?

Maria Anna Martins: Desde os 10 anos mais ou menos, mas comecei mesmo aos 13, quando escrevi meu primeiro original, hoje guardado a sete chaves, porque era muito menina. Eu sempre quis levar aos outros as milhares de sensações que um livro consegue passar, essa magia maravilhosa presente nas palavras.

tt: Quais são suas maiores inspirações para escrever?

MAM: A vida. Mesmo em histórias de fantasia, em meus contos, eu busco o que poderia ser real, no cotidiano o que poderia gerar uma boa história. Quando escuto uma expressão ou vejo algo legal, já fico pensando “como posso encaixar isso em um livro”? Ou “como eu descreveria isso em uma narrativa”? As histórias estão em todos os lugares.

tt: Quais são seus gêneros favoritos?

MAM: Comédia-romântica, contos e fantasia. Sem sombra de dúvidas. Mas leio de tudo.

tt: Como foi o seu processo de publicar e produzir “Olhos de Gato”?

MAM: A ideia de “Olhos de Gato” surgiu na faculdade, mas só trabalhei nele de verdade depois que me formei. E foi uma delícia escrever. Ainda não estava na Pandemia, então eu ia a uma cafeteria em uma livraria com meu leitor beta, Edmilton Azevedo. Escrevia um capítulo e logo em seguida ele revisava. Ao terminar o original, ainda enviei para uma leitura crítica e revisão, para só então publicar pela editora Sekhmet, que pertence a uma amiga minha. Ela leu os primeiros capítulos quando eu ainda estava escrevendo e declarou: eu vou publicar isso. Fizemos um arranjo, eu a ajudei por uns tempos com questões de comunicação (afinal, sou assessora de imprensa, além de escritora) e ela publicou. Foi uma felicidade!

tt: O plot de “Olhos de Gato” é sensacional. De onde veio a ideia de escrever essa história?

MAM: Foi durante um estágio. Não sei direito como a história veio, só veio. Eu estava no intervalo, então rascunhei o primeiro capítulo e guardei. Eu só sabia que queria escrever algo leve e pensei em uma situação desastrosa para qualquer pessoa. Foi assim que as primeiras frases de Cassandra surgiram.

Divulgação/Lea Dantas @clickeresenha | Arte: Laura Ferrazzano

tt: É incrível ver histórias como essa ambientadas no Brasil, especialmente no nordeste do país. Você sempre quis retratar os acontecimentos no Recife?

MAM: Sim, e vai ter livro novo no Recife (risos). Isso porquê eu sou nascida e criada no Recife. Posso até escrever futuramente sobre outros lugares (tem uma outra comédia romântica no forno que não se passará “só” no Recife), mas vou tentar incluir de alguma forma sempre que der. O Recife tem espaços suficientes para diferentes enredos. Quando a gente conhece e se identifica com um lugar, é muito mais fácil ambientar o livro e fazer os leitores se sentirem próximos de sua realidade.

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tt: A Cassandra é absolutamente icônica. Qual a parte que você mais gostou de escrever sobre ela?

MAM: Ah eu me diverti muito com ela! A parte que mais gostei foi de fazer os dramas. Eu queria uma personagem que fosse bem dramática, mas não ficasse chata. Sou de uma família de dramáticos e adorei tornar isso cômico em uma personagem. Faz parte, pessoas pensam assim volta e meia e estar na cabeça de Cassandra, vendo ela se embolar em suas confusões, tentando criar uma personagem que soasse real, que errasse, se arrependesse, amasse, enfim, gerasse empatia dos leitores foi um processo maravilhoso. Eu queria que o leitor sentisse que Cassandra poderia ser uma amiga próxima.

tt: Qual foi o seu maior desafio para dar vida aos personagens?

MAM: Decidir características, criar personagens e torná-los consistentes. Essa é sempre a parte mais difícil. Em um conto, a gente faz isso, mas ele é menor que um romance. No romance sua personagem tem que ser fiel a personalidade dela do início ao fim. Ela pode até mudar ao longo da narrativa, mas precisa ter motivos para isso. Eu fiz ficha de todos os personagens nesse livro, coloquei seus hobbies, livros favoritos, como falam, qualidades, defeitos, sonhos e até mesmo o signo. Nem tudo ficou explícito no livro, mas me ajudou a tentar fazer personagens reais. Além disso, peguei alguns detalhes, traços de amigas e parentes meus e misturei um pouquinho em alguns personagens. Ângela mesmo, foi inspirada na ilustradora Letícia Santiago, que ilustrou nosso primeiro livro infantil “A observadora de sombras”, lançado no fim do ano passado pela editora Flyve.

tt: Qual foi a cena que você mais gostou de escrever?

MAM: A de quando Jana conta seu segredo. Nada de spoilers aqui, mas foi uma cena importante para o livro e tentei ter delicadeza e mostrar apoio entre as amigas. “Olhos de Gato” é um romance, mas também fala muito sobre amizades e companheirismo. Amigues verdadeiros, fazem toda a diferença em nossa vida.

tt: Qual seu maior objetivo com a escrita? O que você mais quer passar para os leitores de suas histórias?

MAM: Emoções. Quero que sonhem, que riam, chorem, que reflitam, que dêem aquele suspiro delicioso de quando terminamos um bom livro e já sentimos saudades de suas páginas. Eu sempre desejei isso, conseguir gerar nos outros a magia que eu sinto quando leio um ótimo livro.

tt: Quais são seus planos para o futuro? Temos mais coisa vindo por aí?

MAM: Com certeza! Estou cheia de planos, inclusive uma fantasia para terminar esse ano e uma nova comédia-romântica para começar, além dos meus contos. Quero encontrar um agente literário e conseguir novas oportunidades. As histórias são infinitas e enquanto eu viver, sempre estarei escrevendo algo.


A comédia romântica está à venda no site da editora Sekhmet, no site da autora e nas livrarias Imperatriz, por R$25. Também está disponível em e-book na Amazon e para assinantes do Kindle Unlimited.

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Cinema e TV

Dorama: saiba tudo sobre a febre dos dramas asiáticos!

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Dorama: saiba tudo sobre a febre dos dramas asiáticos!
Divulgação | Arte: Laura Ferrazzano

Se você costuma fuçar no catálogo dos streamings, é bem provável que já tenha se deparado com a palavra dorama. Mas, afinal, o que são essas produções? Além dos animes, dorama é um outro tipo de conteúdo produzido em países asiáticos que vêm ganhando notoriedade no ocidente, principalmente pelas suas produções caprichadas e pelos temas que abordam.

Seja em forma de seriado ou longa-metragem/live-action, essas produções orientais estão fazendo muito sucesso, encantando o público que gosta de histórias contadas de uma maneira inovadora. Principalmente se forem fãs de animes e mangás, pois muitos doramas são, de fato, baseado neles. Vale ressaltar que, embora no Brasil tenha se tornado senso comum associar os doramas as novelas – como se fossem “novelas japonesas” – as diferenças tanto no formato, quanto no conteúdo, os aproximam mais das séries em termos de definição.

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Os doramas – que possuem esse nome por conta do som da pronúncia japonesa da palavra “drama” –  geralmente são exibidos com um episódio por semana e seguem uma trama mais focada em um grupo específico de personagens, desenvolvendo-os mais a fundo ao invés de se desdobrar em diversos núcleos como as novelas brasileiras.

Além disso, os dorama podem ser desde uma história de comédia romântica, até um mistério, suspense policial, ação, fantasia, entre outros. O que às vezes causa confusão, por conta do nome, mas que não é especificamente um gênero dramático ou triste.

Em entrevista à todateen, Talitha Perissé, editora de aquisições de livros voltados para o público jovem, além de títulos de fantasia, ficção científica e quadrinhos na editora Intrínseca, afirmou que é fundamental que tenhamos acesso a outras culturas. “É muito significativo.”.

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Talitha também trabalhou diretamente com a coleção dos livros “O menino que se alimentava de pesadelos”, “Criança zumbi” e “O cão alegre”, que tiveram origem no dorama It’s Okay to Not Be Okay (Tudo bem não ser normal), um dos hits da Netflix em 2020. As obras, que na produção são escritas pela personagem Ko Moon-young, são os fios condutores da trama que conquistou uma legião de fãs no Brasil e no mundo.

“Como fã de séries e novelas asiáticas, foi um privilégio poder trazer a coleção para o Brasil, e a equipe que trabalhou nos livros, além de ser composta por profissionais supertalentosas, também é muito fã da série. Foi uma experiência muito gostosa trabalhar com tanta dedicação nos livros e depois ver a reação das pessoas. Fez todo o esforço valer a pena.”, contou ela.

Dorama: saiba tudo sobre a febre dos dramas asiáticos!

Tanto o dorama It’s Okay to Not Be Okay, quanto os livros carregam mensagens muito fortes. “‘O cão alegre’ fala muito da solidão e de como nos acostumamos a ficar sozinhos. Essa temática ressoou muito em mim, principalmente agora, no cenário da pandemia, em que tenho sentido ainda mais falta das pessoas e percebido o valor de ter uma rede de apoio.”, contou Talitha, que ressaltou que outros livros na mesma linha, como “A mão e o tamboril“, serão publicados em maio pela editora.

Se tratando de uma enorme responsabilidade com os fãs, a especialista contou que tiveram vários aspectos em mente ao trazer esse títulos. “Manter os projetos gráficos dos livros iguais aos que são vistos na série; que o texto em português fosse fluido, sonoro e fizesse jus à edição em coreano; garantir produtos de qualidade para os nossos leitores e, claro, honrar a mensagem da série.”, explicou.

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Com o movimento #StopAsianHate, principalmente no momento atual de pandemia que vivemos, Talitha refletiu sobre como os livros e outras produções de k-drama podem ajudar a barrar esses pensamentos racistas.

“Precisamos conhecer realidades e culturas diferentes da nossa, sair da bolha e tentar entender as vivências das outras pessoas. Essa é a principal forma de desconstruir visões preconceituosas. Não sei dizer se essas produções ajudam a barrar pensamentos racistas, mas acredito que consumir apenas produções de universos que conhecemos certamente não ajuda. Além disso, o mundo é tão vasto e incrível, e isso fica cada vez mais claro quando nos damos a chance de explorar essa diversidade.”, finaliza.

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