Como criar um personagem ou cenário de games? – por Daya Luz

É superlegal! Vem que eu te conto!

criação de um personagem

Voltei, galera!! Para começar, quero dizer que estou amando ter um blog na todateen, compartilhar minhas histórias com vocês e falar um pouco sobre o universo dos games.

Depois do primeiro post (que se você não viu, corre lá pra conferir! Rs), recebi várias mensagens sobre o clipe de “Vai Pirar”. Muita gente me perguntou sobre a Daya Doll, a minha personagem 3D. Por tudo isso, resolvi escrever hoje sobre como é a criação dos personagens de um jogo! Vocês já imaginaram como são feitos? Por causa do clipe – que está LINDO e cheio de tecnologia (fiquem ligados que em breve vamos lançar!) – eu aprendi um pouquinho mais sobre o tema.

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A criação de um personagem ou de um cenário para videogames é muito parecida com a de filmes, e passamos pelo mesmo processo no clipe de “Vai Pirar”. Primeiro, criaram um storyboard do clipe, que é uma sequência de imagens que vai ajudar a visualizar como contaremos aquela história (e nessa parte é fundamental colocar o máximo de informações e todas as referências possíveis). Depois, a Daya Doll começou a ganhar forma com um concept (uma arte conceitual), que é fundamental para direcionar os próximos passos. Nesse momento, definimos, por exemplo, o estilo dela e se ela seria estática ou animada, que são a base para a próxima etapa: a modelagem, quando tudo ganha forma em uma escultura digital (tanto personagens, quanto cenário). Aliás, um detalhe muito legal dessa parte é que tiraram dezenas de fotos minhas, em várias poses, para servir como base e deixar tudo super real.

Em seguida, começou o processo de mapeamento e texturização, quando reproduziram no computador a roupa que eu usaria no clipe, as minhas tatuagens, a maquiagem e outros detalhes que deixariam a Daya Doll com as mesmas características da Daya real. Logo após, veio o rigging, técnica de animação em 3D que dá movimento aos personagens. Foi nesse momento que a Daya Doll “ganhou vida”, começou a se mexer e passou por alguns ajustes faciais que permitiriam que ela cantasse. Por fim, veio a renderização, que é o momento de deixar tudo mais real, trabalhando, por exemplo, a iluminação e as sombras antes de finalizar o processo. Ufa! Muita coisa né?! Mas posso dizer que todo esse trabalho valeu muito a pena e logo vou realizar o sonho de ter minha Daya 3D e meu próprio jogo dentro do clipe!

Se você ama jogar videogame, agora já sabe um pouquinho mais sobre todo esse processo de criação.

Aliás, tem gente que gosta tanto de jogar que a diversão vira um jeito de ganhar uma grana. Hmmm…acho que já sei sobre o que vou falar no meu próximo post.

Se esse é o seu mundo, vem comigo! Até a próxima.

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