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Mulheres & Bruxaria: rituais mágicos para trabalhar sua feminilidade

Mulheres & Bruxaria: 4 rituais para trabalhar sua feminilidade
Mulheres & Bruxaria: 4 rituais para trabalhar sua feminilidade

Dia 31 de outubro é comemorado o Halloween ou, no Brasil, o famoso Dia das Bruxas. Nesta época do ano, costumamos ver diversas representações de bruxas, chapéus característicos e símbolos que remetem à magia. E você já percebeu que as mulheres estão sempre sendo relacionadas à bruxaria? Isso não é uma coincidência.

De acordo com a astróloga Virginia Gaia, a associação do feminino com a ideia de magia e de bruxaria é muito antiga, anterior até mesmo aos tempos medievais, sendo o fato das mulheres poderem conceber filhos um dos principais motivos para o surgimento deste pensamento.  “Não se entendia muito bem os mecanismos de reprodução”, começa ela, explicando que foi nesse momento que a civilização percebeu a necessidade de que os homens também tinham um papel importante na hora de gerar crianças.

“Quando começamos a ter uma expansão a migração e o início da civilização, é que passamos a ter essa mentalidade da figura masculina de invadir outros espaços e dominar outras culturas. Aí passamos a ter um maior peso do masculino.”, conta. “Por conta da questão da força física [por causa das guerras], a mulher passa a ter um papel menor, embora ainda ligado à essa concepção mágica.”.

Outro aspecto reforçado pela Virginia é o histórico astrológico em que a mulher também está ligada. “Existe os ciclos de [aproximadamente] 28 dias, que é o ciclo menstrual e que também vemos no céu, com a lua. E aí temos essa associação imediata de magia, de algo ligado ao mistério.”, ressalta a bruxona.

Além disso, em diversas civilizações a questão do feminino e da sexualidade das mulheres sempre foram retratadas de maneiras muito estigmatizadas, sobretudo na Idade Média. “É nesse período surgem alguns boatos isso. Não tem fundamento. […] Porque que se associam muito a ideia do feminino e da magia algo negativo depreciativo.”, fala.

Virginia também explica um pouco do estereótipo das mulheres curandeiras. “Banhos de ervas e os remédios que eram remédios caseiros. Então é daí que vem a imagem do caldeirão. Porque tá na cozinha e é vista como algo mágico. E aí você tem essa coisa da imagem faz o estigmatizado do caldeirão.”, conta.

Dessa forma, estigmas e estereótipos sempre acabam se tornando negativas para o nosso papel social. Porém, a descoberta da nossa essência é extremamente importante. Pensando nisso, a Virginia preparou para a todateen quatro rituais mágicos imperdíveis para trabalharmos o nosso feminino.

Confira!

1) Acompanhar o calendário menstrual de acordo com as fases da Lua

A dica aqui é uma prática para ser realizada de maneira contínua. A lua tem um ciclo que dura, em média, 28 dias assim como o ciclo menstrual. Então, vale tomar nota dos dias quando vem a menstruação junto com a fase da Lua – Nova, Crescente, Cheia e Minguante – em que ela chega. Daí é só reparar como o cada corpo se relaciona com os ciclos lunares. Quando, por exemplo, a TPM acontece com a lua em fase Crescente ou Cheia, o inchaço e as alterações de humor costumam ser mais notáveis. Mas como cada corpo é um e nem todas as mulheres vão responder da mesma maneira, vale a pena reparar esse padrões e perceber que, conforme os ciclos vão se sucedendo, podemos sentir as alterações de fases da vida, com diferentes etapas do ciclo menstrual acontecendo em cada uma das fases da lua.

2) Seguir os ciclos da Lua para colocar planos e projetos em ação

Essa também é recomendação para a vida: seguir as fases da Lua – sempre que possível, é claro, pois sabemos que nem tudo pode ser assim e, se não puder, tudo bem também – para as ações diárias. Se a for possível acompanhar também o signo onde acontece cada uma e, consequentemente, a casa do Mapa Astral (ou área da vida) que está sendo ativada, melhor ainda!

Segue um resumo do que é ideal fazer em cada fase:

Nova: é a fase ideal para tudo que queremos dar uma “virada” na vida, mas sem pressa por resultado: iniciar projetos pessoais e profissionais, semear novos hábitos, repaginar o visual, firmar parcerias de longo prazo e assim por diante.

Crescente: ajuda a fortalecer atividades em curso e dar corpo ao que pode estar parecendo “fraco” e sem vida. Então, ela é boa para reforçar a dedicação ou dar uma injeção extra de energia em projetos pessoais ou profissionais, fazer investimentos, dar um passo a mais no status de um relacionamento, etc.

Cheia: é o ápice do ciclo lunar, então, é a mais passional das fases da Lua. A paixão fica exacerbada, assim como a tendência ao exagero. É a Lua indicada para fazer tudo que demanda bastante energia, investir nos programas mais românticos, fazer tudo aquilo que demandará maior carisma, exposição e brilho pessoal.

Minguante: excelente para depurar, eliminar excessos e aprimorar detalhes. Boa para a concentração, favorece o aprofundamento nos assuntos que demandam mais atenção e e dedicação. Também favorece tratamentos que pretendam eliminar coisas (depilação, drenagem, etc) e até que visem deixar a energia mais leve.

3) Tomar banhos com ervas aromáticas ou óleos essenciais, de acordo com as fases da Lua (seguindo as descrições acima)

Preparar a infusão é fácil: basta levar água ao fogo. Quando atingir o ponto de fervura, apagar o fogo, adicionando as ervas selecionadas ou uma colher de café de óleo essencial e, em seguida, tampar a panela. Deixar esfriar com a panela tampada até chegar a uma temperatura agradável para jogar no corpo. Após o banho habitual, jogar essa mistura do pescoço para baixo. Abaixo, estão indicações de algumas ervas e óleos essenciais que podem ser utilizadas por todo tipo de pessoa.

Nova: alecrim, para dar energia, ou margarida, para trazer alegria.

Crescente: camomila, para acalmar e atrair prosperidade, ou hortelã, para estimular a criatividade.

Cheia: rosas cor-de-rosa, para ativar a sedução, ou louro, para atrair sucesso.

Minguante: alfazema, para limpeza e proteção, ou rosas brancas, para trazer tranquilidade mental.

4) Consagrar uma imagem ou amuleto para representar a sua força feminina interior

É sempre bom ter algum objeto que sirva como ferramenta mágica e que seja consagrada para o feminino pessoal. Vale um amuleto em formato de concha (que estão universalmente relacionadas ao feminino), o símbolo do planeta Vênus, um pedaço do cristal conhecido como pedra da lua ou algo do gênero. Caso não queira levar junto ao corpo, pode-se também providenciar a imagem de uma deusa para ficar em casa, mas com a qual haja identificação. Daí é só acender uma vela prateada ao lado, em uma lua cheia, e mentalizar as propriedades mágicas daquele amuleto ou imagem, pedindo reconexão ao feminino.

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