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Queridinha da nova geração, Bruna Mascarenhas fala sobre sucesso de “Sintonia”

Crédito: Divulgação/Flávio Melgarejo

Diretamente de Niterói, Bruna Mascarenhas já está entre as atrizes queridinhas da nova geração. Seu primeiro contato com a arte e os palcos foi ainda pequena, aos 3 anos, quando entrou para o Ballet Clássico, onde dançou por 14 anos.

Em seguida, fez oficina de teatro musical, aulas de jazz, canto e se formou na faculdade de Artes Cênicas da CAL (Casa de Artes de Laranjeiras), no Rio de Janeiro. Em paralelo, entrou para a Companhia Duplô e desde então não parou mais.

Anos mais tarde, em 2018, resolveu investir ainda mais na carreira e se mudou para São Paulo. Em quatro dias na cidade, já estava empregada em um restaurante, mostrando o quanto sempre esteve disposta para se adaptar às mudanças da vida, uma vez que foi uma desafio morar pela primeira vez sem os pais, com outras 19 pessoas, após uma relação recém-terminada e de bônus o inverno pesado da capital paulista.

Quando estava na última semana de experiência, recebeu a ligação para o teste de atuação que seria feito no dia seguinte. Dito e feito! Se na quarta Bruna se jogava frente às câmeras, na quinta já fazia prova de figurino e maquiagem, além é claro, de ter a tão sonhada aprovação em mãos.

Em 2019, ela estreava em Sintonia, produção nacional da Netflix, protagonizando ao lado de Christian Malheiros e MC Jottapê. Na trama, acompanhamos Rita, Nando e Doni, três amigos que cresceram juntos na mesma favela de São Paulo, influenciados pelo fascínio do funk, tráfico de drogas e a igreja.

Ao longo dos dias, eles transformam as experiências da infância em caminhos divergentes, até perceberem que o elo que os une é muito maior. Já na segunda temporada que chegou à plataforma no dia 27 de outubro, ocupando Top 10 do streaming, os personagens, cada vez mais maduros, lutam pelos próprios sonhos sem abandonar as origens.

Crédito: Divulgação/Vans Bumbeers

A todateen bateu um papo mega bacana com a Bru sobre o sucesso dessa nova fase, como manter o equilíbrio e a responsabilidade de uma figura pública e mais: como os picos da pandemia foram responsáveis para que ela tirasse o projeto de uma websérie do papel. Confira:

Bru, como está sendo a recepção do público com a segunda temporada de Sintonia?
Está muito positiva, as pessoas estão se identificando demais. Muita gente religiosa elogiando o respeito e a semelhança que de fato nós retratamos na série. Fico feliz demais com isso.

Qual é o maior desafio de estrear em uma série da gigante do streaming?
Uma responsabilidade. Saber que nosso trabalho vai chegar em tanta gente, em tantos países. Mas descobri também que amo desafios e consegui transformar esse frio na barriga e insegurança em muito foco, estudo e pé no chão. Estar na corda bamba requer concentração e o estado presente.

Nessa nova etapa, acompanhamos a Rita cada vez mais envolvida com a igreja e tendo que tomar novas escolhas. Como foi para você entender e se adaptar a essas mudanças e ter a ajuda do seu irmão mais novo que se converteu ao cristianismo?
Além do trabalho com o nosso preparador, Luiz Mario, e a troca com os diretores, teve muito trabalho de pesquisa. Eu sentia que ainda precisava buscar mais para entender algumas motivações da Rita, por isso resolvi estudar a Bíblia com o meu irmão. Nesse intervalo da primeira para a segunda temporada ele se converteu e eu pude acompanhar esse processo de transformação bem de perto.

Ver um jovem com a mesma idade da Rita falar de Jesus com tanto amor e paixão foi uma verdadeira inspiração. Ainda mais, sendo ele, o meu irmão mais novo, o meu amorzinho. Ter me debruçado nesse universo me permitiu ter mais empatia e compreender cada vez mais como esse amor verdadeiro e intenso por Cristo pode redirecionar sua vida e suas escolhas.

A série é um mega sucesso nacional, reafirmando o poder do audiovisual brasileiro, especialmente por abordar temas do cotidiano e bem jovial, qual a maior lição que a produção traz para você?
Ter me aprofundado no cristianismo e na religião evangélica, quebrou muitos pré-conceitos que eu tinha. Pré-conceitos que a sociedade sempre faz questão de reafirmar. A série também quebra muitos estereótipos de como geralmente é representado um crente, um traficante, um MC e o universo que os rodeia. Com certeza isso me impactou! Há pessoas por detrás dessas definições sociais. Pessoas que amam, que erram, que tem família e sonhos. Que a gente possa trabalhar a empatia na prática.

Com o sucesso da produção, suas redes sociais tiveram um boom, ou seja, de uma forma ou outra você é inspiração para muitas meninas. Como sente essa responsabilidade?
Tomo cuidado com as minhas redes, não saio postando qualquer coisa. Fui percebendo a importância de estar atenta nas minhas publicações. Mas também não é por isso que vou me omitir. Estou entendendo essa linha tênue. Exatamente por saber que acabo sendo exemplo e inspiração para muitas jovens, que acho importante me posicionar. Não adianta ter um monte de seguidores que não me conhecem. Vai me seguir quem realmente me acha bacana e respeita meus ideais.

Durante os períodos mais difíceis da pandemia, você tirou um projeto da gaveta e se jogou em uma websérie. Conta pra gente, como foi o processo criativo?
Eu sempre quis produzir meus projetos, e NeuRose foi o primeiro. A ideia de fazer algo veio antes da quarentena. Reuni produtor, roteirista, diretor e fotógrafa e a pandemia chegou. Eu levei para o Wagner D’avilla, roteirista, algumas ideias que eu tinha sobre as características da personagem, a opção da tragicomédia, queria falar de assuntos do cotidiano. E ele me trouxe a nossa Rose. Eu estava na produção, então precisava ficar por dentro de tudo. Falamos de assuntos importantes de uma forma leve, que chega muito fácil nas pessoas. Muita gente se reconhece na Rose, uma menina cheia de manias e neuroses, que passa essa quarentena sozinha. Os feedbacks foram incríveis, a galera se divertiu e se identificou muito. Hoje quando eu olho, vejo que faria muitas coisas diferentes. Aí mesmo que eu tenho a certeza de como é importante a gente se arriscar, se experimentar. E que bom que faria diferente, faz parte do processo!

Por fim, será que já podemos sonhar com uma terceira temporada de Sintonia? (risos)
Ainda não tem nada confirmado, mas podem sonhar sim, também quero muito que tenha.

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