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Cinema e TV

The Voice Kids: tudo o que rolou no último dia de audições!

Agora, as equipes estão completas!

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The Voice Kids
The Voice Kids

Foto: Isabella Pinheiro/Gshow

No último dia de audições do The Voice Kids, os jurados tiveram que fechar as suas equipes. E a disputa foi boa! Agora, 72 participantes estão divididos entre os cuidados de Ivete Sangalo, Carlinhos Brown e Victor e Leo. Confira quais foram os aprovados de cada time:

Sofia Nunes foi a primeira do dia. Ela cantou “Admirável Chip Novo”, da Pitty. Carlinhos e Ivete viraram as cadeiras, e a garota foi para a equipe da Veveta!

Julia Gold, que também é compositora, cantou “Secret Love Song”, da Little Mix, mas nenhum dos jurados virou a cadeira.

Em seguida veio Isa Pagnota, de 11 anos. Cantando o sucesso “Dancin’ Days”, ela colocou todo mundo para dançar – e conquistou Carlinhos Brown!

Depois, Giulia Soncini cantou “Fascinação”, de Elis Regina. Victor e Leo e Carlinhos Brown viraram, e a garota decidiu ir para o time da dupla sertaneja.

Mari Ribeiro, que já havia cantado com a Ivete Sangalo na infância, fez uma perforamnce de “De Quem É a Culpa”, de Marília Mendonça. Nenhum dos jurados virou.

Cantando “Pra Você Dar o Nome”, a garota Luna Pietá, de 12 anos, fez com que a dupla Victor e Leo virasse no final da apresentação.

Welry Lemos foi para a equipe de Carlinhos Brown depois de fazer uma versão de “Maluco Beleza”, de Raul Seixas.

Laura D’Ávila trouxe o rock ao palco cantando “Erva Venenosa”, e Victor e Leo viraram as cadeiras!

O garoto Éverson Silva não conseguiu conquistar os jurados com sua apresentação de “Coisas de Quem Ama”, de Jorge e Mateus.

A próxima candidata foi Isabela Bednarski . Cantando “Quatro Estações”, de Sandy e Júnior, ela conseguiu fazer Ivete Sangalo virar a cadeira nos primeiros versos!

Marcela Bartholo, com “I Put a Spell On You”, de Nina Simone, ganhou a dupla Victor e Leo!

Thay Araujo também foi para o time de Victor e Léo. Ela apresentou o sucesso “Na Linha do Tempo”, e a dupla aproveitou para cantar junto!

Homanegeando Ivete, Isabelle Kaffer cantou “Quando a Chuva Passar”, e claro que a Veveta virou! Com isso, o time de Ivete Sangalo ficou completo.

A garota Bia Moraes cantou “Home”, de Gabrielle Alpin, mas nenhum dos jurados virou a cadeira.

Micaella Marinho fez com que Victor e Leo e Carlinhos Brown virassem as cadeiras cantando “Além do Arco-íris”, e a garota escolheu o time da dupla sertaneja!

Victor e Leo fecharam sua equipe logo em seguida, escolhendo Bruna Rocha, que apresentou “Eu Vou Seguir”, de Marina Elali.

Sobrou apenas uma vaga para o time de Carlinhos Brown. Raquel Maressa cantou “A Paz”, de Gilberto Gil, mas não conseguiu passar.

Quem foi aprovado foi o garoto Brunno Pastori, que cantou “Onde Deus Possa Me Ouvir”. Foi o último integrante da equipe de Carlinhos Brown!

Com as equipes fechadas, as batalhas começarão na semana que vem!

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Elenco de “Sombra e Ossos” comenta sobre personagens e revela curiosidades sobre as gravações

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Exclusiva: elenco de "Sombra e Ossos" comenta sobre personagens e revelam curiosidades sobre as gravações
Divulgação/Netflix | Arte: Laura Ferrazzano

É oficial: faltam quatro dias para o lançamento da série Sombra e Ossos na Netflix. Para quem não sabe, a série é ambientada em um mundo dilacerado pela guerra, onde uma humilde cartógrafa chamada Alina Starkov (Jessie Mei Li) acidentalmente libera um poder extraordinário que pode ajudar a salvar sua terra e libertar seu país.

Se você não está familiarizado com a trilogia e com o universo Grisha, vale ressaltar que a série é baseada nos livros da autora Leigh Bardugo, a trilogia de aventura e fantasia Shadow and Bone. No entanto, como já pudemos ver pelo trailer, a produção – que tem Eric Heisserer, o escritor do filme de ficção científica A Chegada, como produtor executivo e showrunner – combinará a trilogia com outra série de Bardugo, a duologia Six of Crows.

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Os episódios darão conta de conectar os acontecimentos de Shadow and Bone com a atmosfera e personagens de Six of Crows, criando novas motivações e plots emocionantes. Em entrevista exclusiva, a todateen conversou com os atores que dão vida aos três personagens principais e integrantes da gangue dos Crows: Freddy Carter (Kaz Brekker), Amita Suman (Inej Ghafa), Kit Young (Jesper Fahey).

Exclusiva: elenco de "Sombra e Ossos" comenta sobre personagens e revelam curiosidades sobre as gravações

Divulgação/Netflix | Arte: Laura Ferrazzano

“Estamos muito ansiosos para a estreia.”, contou Freddy. “A gente terminou as gravações, que aconteceram em Budapeste, no final de 2019! Era uma época totalmente diferente pré-coronavírus, enfim. Estamos muito animados para ver como o público vai receber.”.

“A pressão é alta.”, comentou Amita. As os livros do Grishaverse de Bardugo, que tiveram mais de 2,5 milhões de cópias vendidas apenas na língua inglesa, já foram traduzidos – até o momento! – para 38 idiomas em todo o mundo. “Quando eu consegui o papel o meu perfil do Twitter deu uma surtada [risos]! E quando o elenco foi divulgado pela mídia, sentimos muito o amor de toda a comunidade bookstan, disse a atriz.

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Kit também falou que sentiu que precisava entregar um bom trabalho. “Como são muitos fãs, muitas opiniões e todo mundo na internet é muito passional, sempre dá aquele medo de decepcionar. É muita responsabilidade dar voz à esses personagens tão queridos. Trabalhamos duro para entregar tudo o que os fãs esperam.”.

Exclusiva: elenco de "Sombra e Ossos" comenta sobre personagens e revelam curiosidades sobre as gravações

Divulgação/Netflix | Arte: Laura Ferrazzano

No bate-papo, os três revelaram que leram todos os livros (mais de uma vez!) e que as obras eram até mesmo utilizadas no set de gravações como referência e objeto de estudo. “O que eu mais gosto no Kaz é a sua lealdade com as pessoas que ele ama e quer proteger. Às vezes ele é cruel demais [risos], mas ele é um cara muito leal – e isso é algo que eu admiro muito.”, disse Freddy quando questionado sobre sua parte favorita de seu personagem.

“Eu gosto de tudo o que a Inej representa. Toda a força feminina que ela traz para a narrativa. É uma assassina com uma consciência.”, disse Amita. Kit, ao falar sobre Jesper, comentou sobre as decisões por vezes imprudentes do personagem.“Eu acredito que tomo melhores decisões que o Jesper [risos]. Mas, em contrapartida, acho que o Jesper é uma pessoa muito mais descarragada, muito mais livre que eu. Admiro muito isso nele. Além dele ser o mais engraçado de todos, claro [risos]!”

Frases favoritas de seus personagens:

Freddy Carter: “Kaz brekker não precisava de um motivo.”.

Amita Suman: “Eu gosto quando os homens imploram. Mas esse não é momento.”.

Kit Young: “Não. Não só garotas.”

Exclusiva: elenco de "Sombra e Ossos" comenta sobre personagens e revelam curiosidades sobre as gravações

Divulgação/Netflix | Arte: Laura Ferrazzano

A série é cheia de acrobacias e cenas de luta e ação. Amita, que protagoniza (como uma expert!) alguns desses tempos de tela, revelou que levou para casa até uma cicatriz da Inej. “Foi incrível viver aquilo, eu até tive algumas aulas. Tenho até hoje uma cicatriz no dedo que consegui durante o treinamento. Mas o resultado final ficou demais. Nossa equipe de dublês também era maravilhosa!”.

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O cast, que foi pensado para ser diverso e representativo, conta com nomes como Ben Barnes (que dá vida ao Darkling/General Kirigan), famoso por seu papel como Príncipe Caspian em As Crônicas de Nárnia e Logan, na série da HBO, WestWorld. Kit comentou que foi surreal trabalhar ao lado de “tanta gente incrível”. Freddy também contou que “a cena em que Kaz e o Darkling se encontram face a face é de arrepiar”. Amita revelou que, para ela, foi um sonho. “Eu estava entre pessoas que eu sempre admirei. E trabalhar com a Jessie [Mei Li]! Para mim foi muito fácil vê-la como a Santa Alina. Ela realmente é uma santa. Uma pessoa maravilhosa.”, contou.

Se nós, fãs, amaríamos levar algumas lembrancinhas do set, acredite, eles também! “Eu tenho todas as facas da Inej”, contou Amita – revelando que teve 14 facas em seu figurino em quase todas as cenas. Kit e Freddy também levaram para casa os adereços icônicos: as pistolas de Jesper e a bengala clássica de corvo do Kaz.

Exclusiva: elenco de "Sombra e Ossos" comenta sobre personagens e revelam curiosidades sobre as gravações

Divulgação/Netflix | Arte: Laura Ferrazzano

E porque amamos um pouco de polêmica, quando questionados se eram Time Darklina ou Time Malina, a resposta foi unânime: “Obviamente que somos Time Malina! Não é possível gente! Acho que quando todo mundo assistir a série vão perceber que não dá pra ter outra opção! O outro cara é um sociopata! [risos].”, descontraiu Kit.

Ao final, os três agradeceram todo o amor que receberam dos fãs, especialmente dos brasileiros. “Muito obrigada por todo o suporte, desde antes da série! Espero que vocês curtam muito assistir!”, finalizou Kit.

A produção original da Netflix estreia na próxima sexta-feira, 23 de abril.

Não vai perder, né?

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Cinema e TV

Dorama: saiba tudo sobre a febre dos dramas asiáticos!

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Dorama: saiba tudo sobre a febre dos dramas asiáticos!
Divulgação | Arte: Laura Ferrazzano

Se você costuma fuçar no catálogo dos streamings, é bem provável que já tenha se deparado com a palavra dorama. Mas, afinal, o que são essas produções? Além dos animes, dorama é um outro tipo de conteúdo produzido em países asiáticos que vêm ganhando notoriedade no ocidente, principalmente pelas suas produções caprichadas e pelos temas que abordam.

Seja em forma de seriado ou longa-metragem/live-action, essas produções orientais estão fazendo muito sucesso, encantando o público que gosta de histórias contadas de uma maneira inovadora. Principalmente se forem fãs de animes e mangás, pois muitos doramas são, de fato, baseado neles. Vale ressaltar que, embora no Brasil tenha se tornado senso comum associar os doramas as novelas – como se fossem “novelas japonesas” – as diferenças tanto no formato, quanto no conteúdo, os aproximam mais das séries em termos de definição.

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Os doramas – que possuem esse nome por conta do som da pronúncia japonesa da palavra “drama” –  geralmente são exibidos com um episódio por semana e seguem uma trama mais focada em um grupo específico de personagens, desenvolvendo-os mais a fundo ao invés de se desdobrar em diversos núcleos como as novelas brasileiras.

Além disso, os dorama podem ser desde uma história de comédia romântica, até um mistério, suspense policial, ação, fantasia, entre outros. O que às vezes causa confusão, por conta do nome, mas que não é especificamente um gênero dramático ou triste.

Em entrevista à todateen, Talitha Perissé, editora de aquisições de livros voltados para o público jovem, além de títulos de fantasia, ficção científica e quadrinhos na editora Intrínseca, afirmou que é fundamental que tenhamos acesso a outras culturas. “É muito significativo.”.

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Talitha também trabalhou diretamente com a coleção dos livros “O menino que se alimentava de pesadelos”, “Criança zumbi” e “O cão alegre”, que tiveram origem no dorama It’s Okay to Not Be Okay (Tudo bem não ser normal), um dos hits da Netflix em 2020. As obras, que na produção são escritas pela personagem Ko Moon-young, são os fios condutores da trama que conquistou uma legião de fãs no Brasil e no mundo.

“Como fã de séries e novelas asiáticas, foi um privilégio poder trazer a coleção para o Brasil, e a equipe que trabalhou nos livros, além de ser composta por profissionais supertalentosas, também é muito fã da série. Foi uma experiência muito gostosa trabalhar com tanta dedicação nos livros e depois ver a reação das pessoas. Fez todo o esforço valer a pena.”, contou ela.

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Tanto o dorama It’s Okay to Not Be Okay, quanto os livros carregam mensagens muito fortes. “‘O cão alegre’ fala muito da solidão e de como nos acostumamos a ficar sozinhos. Essa temática ressoou muito em mim, principalmente agora, no cenário da pandemia, em que tenho sentido ainda mais falta das pessoas e percebido o valor de ter uma rede de apoio.”, contou Talitha, que ressaltou que outros livros na mesma linha, como “A mão e o tamboril“, serão publicados em maio pela editora.

Se tratando de uma enorme responsabilidade com os fãs, a especialista contou que tiveram vários aspectos em mente ao trazer esse títulos. “Manter os projetos gráficos dos livros iguais aos que são vistos na série; que o texto em português fosse fluido, sonoro e fizesse jus à edição em coreano; garantir produtos de qualidade para os nossos leitores e, claro, honrar a mensagem da série.”, explicou.

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Com o movimento #StopAsianHate, principalmente no momento atual de pandemia que vivemos, Talitha refletiu sobre como os livros e outras produções de k-drama podem ajudar a barrar esses pensamentos racistas.

“Precisamos conhecer realidades e culturas diferentes da nossa, sair da bolha e tentar entender as vivências das outras pessoas. Essa é a principal forma de desconstruir visões preconceituosas. Não sei dizer se essas produções ajudam a barrar pensamentos racistas, mas acredito que consumir apenas produções de universos que conhecemos certamente não ajuda. Além disso, o mundo é tão vasto e incrível, e isso fica cada vez mais claro quando nos damos a chance de explorar essa diversidade.”, finaliza.

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Celebs

7 títulos com personagens trans para assistir na Netflix

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7 títulos com personagens trans para assistir na Netflix
Divulgação/Netflix | Arte: Laura Ferrazzano

O dia 31 de março é a data que marca o Dia Internacional da Visibilidade Trans, uma data global que carrega consigo muita luta e reflexão. E por isso, principalmente em um país como o Brasil, cuja violência contra essa população aumenta a cada ano, é importante que a gente dê visibilidade para essa causa diariamente.

Pensando nisso, a todateen separou sete produções da Netflix que celebram e dão protagonismo para as vidas transexuais e não-binárias.

Vem ver!

Pose

Divulgação/Netflix

Ambientada na cidade de Nova York dos anos 1980, a série mostra seus personagens – interpretados por um talentoso elenco de atrizes trans – vivendo as diversas cenas sociais da cidade, incluindo a cultura dos bailes e a relação entre as casas Abundance e Evangelista. Com a ativista e escritora Janet Mock trabalhando como roteirista e produtora e Our Lady J atuando nos bastidores como produtora, a série retrata a história de seus personagens queer e trans de modo realista.

Alice Júnior

Divulgação/Netflix

Uma garota trans cheia de personalidade luta para ser aceita em uma escola conservadora e para dar os primeiros passos em sua vida amorosa. O filme ganhou três prêmios no festival Mix Brasil.

O Mundo Sombrio de Sabrina

Divulgação/Netflix

Uma nova versão para a origem e as aventuras adolescentes de Sabrina, a Aprendiz de Feiticeira, em uma história sinistra que transita pelo terror, ocultismo e, claro, bruxaria. Além de todos os problemas de Sabrina, a série também acompanha a jornada de autodescoberta feita por Theo Putman, melhor amigo de Sabrina. Theo é um garoto trans que luta contra o mal e ainda arruma tempo para arranjar um namorado.

Control Z

Divulgação/Netflix

Durante uma reunião escolar, um hacker expõe informações privadas sobre os estudantes, gerando pânico e humilhando uma aluna trans – interpretada pela modelo e atriz trans Zión Moreno. O hacker continua a revelar informações dos alunos, o que causa diversas brigas entre colegas. Nesse meio tempo, a introvertida Sofía Herrera tenta descobrir quem é o hacker antes de se tornar o próximo alvo.

Laerte-se

Divulgação/Netflix

Este documentário brasileiro conta a história da brilhante cartunista Laerte e nos convida a conhecer seu mundo, refletindo sobre sua longa trajetória de autoaceitação como mulher.

Sense8

Divulgação/Netflix

Das criadoras de Matrix e Babylon 5, as irmãs Wachowski duas mulheres trans, esta série de ação segue oito desconhecidos que passam a compartilhar sentimentos e habilidades enquanto tentam evitar seu extermínio. Uma desses oito desconhecidos é Nomi Marks, blogueira política, ativista hacker e mulher trans lésbica com muito orgulho, que usa seu talento como hacker para ajudar o grupo a fugir de seus inimigos.

Orange is the New Black

Divulgação/Netflix

Condenada por ter transportado dinheiro de drogas para a ex-namorada há dez anos, a, agora, certinha Piper Chapman tem que cumprir um ano e meio de prisão e enfrentar a realidade nada fácil da vida atrás das grades. Uma de suas colegas detentas é Sophia Burset, mulher trans que assumiu o posto de cabeleireira oficial do presídio. A atuação de Laverne Cox na série como Sophia fez com que ela fosse a primeira pessoa trans a ser indicada a um prêmio Emmy.

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