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“Anonymous” divulga lista de envolvidos com tráfico de crianças – Naomi Campbell e Mick Jagger estão na lista; entenda!

Reprodução / Twitter

Durante a madrugada deste sábado (30) vídeos misteriosos e notícias sobre uma suposta lista com nomes célebres começaram a circular pelas redes sociais, e muita gente não entendeu do que se tratava. O final de semana foi repleto de emoções devido aos protestos contra e a favor o governo brasileiro, em paralelo às manifestações intituladas “Black Lives Matter”, questionando a morte e ação policial que se deu contra George Floyd.

Na verdade, todos esses acontecimentos estão interligados, demonstrando uma onda de descontentamento da população em relação à elite e gestão do poder, em que alguns são privilegiados e não pagam por seus erros, enquanto outras pessoas menos beneficiadas são vítimas de um genocídio preconceituoso que ainda assombra o mundo. Para entender melhor o tema, x leitor(a) precisa compreender o caso que envolveu Jeffrey Epstein, o financista americano que possui uma história de vida repleta de teorias da conspiração.

Vamos tentar resumir: o nova-iorquino possuía uma habilidade de manipulação tão forte que conseguiu se tornar referência no setor bancário da Wall Street sem a formação acadêmica necessária para ocupar o cargo e enriqueceu rapidamente. Em seguida, formou uma rede de conexões famosas, criando amizades como Donald Trump e Naomi Campbell.

Epstein também foi responsável por conceber uma grande rede de prostituição infantil em Palm Beach, na Flórida, criada para benefício próprio. Com o tempo, o nova-iorquino incluiu amizades bilionárias e famosas dentro da lista de pedófilos que abusavam das garotas de sua rede, e de acordo com algumas das vítimas, todos eles provavelmente eram filmados para que provas fossem garantidas contra os mesmos. Assim, Epstein também teria garantido “carta-branca” para agir porque teria meios de chantagear pessoas influentes.

Desta forma, mesmo com relatos chocantes de diversas vítimas do abuso sexual e psicológico violadas por Epstein, o financista não foi devidamente punido por anos. Até que com o surgimento do movimento de exposição de relatos de mulheres nas redes sociais em 2017, o #MeToo, uma onda de indignação em relação à impunidade do nova-iorquino tomou conta, e as autoridades o declararam preso, assim como um dos colegas que abusou de mulheres dentro e fora do sistema de prostituição infantil de Epstein, o produtor de cinema Harvey Weinstein.

O financista não chegou a cumprir a pena pois teria se matado na prisão. Alguns profissionais afirmam que não há sinais de suicídio, mas sim de assassinato. Não há provas documentais ou relatos que confirmem o suicídio, dando abertura para teorias da conspiração sobre quem teria encomendado a morte de Epstein.

Um dos filhos da Rainha Elizabeth II, o Príncipe Andrew, por exemplo, também estava entre as denúncias das garotas que sofreram abuso, entretanto, até então não foi julgado como réu. Além dele, outros famosos estão entre os nomes de amizades próximas a Epstein, mesmo que não tenham sido denunciados como “clientes” do financista. Trump e Bill Clinton são alguns deles, assim como Naomi Campbell e o ex namorado brasileiro, Pedro Diniz.

Neste sábado, um grupo anônimo de hackers voltou à ativa. Trata-se do “Anonymous”, o qual atua invadindo sistemas e publicando conteúdo que incita em protestos contra o governo e ação policial. O grupo atuava até que fez uma pausa, retornando à atividade no dia 30 depois de seis anos.

Os “hackertivistas” enviaram um vídeo para o governo americano com voz modificada e máscara inspirada na obra de Alan Moore que posteriormente deu origem a um filme com o mesmo nome, o V de Vingança. No vídeo, o grupo pede ações contra os policiais que mataram George Floyd, citando as manifestações e abuso de poder, o qual  beneficiaria grupos da “elite”.

Uma hora depois do vídeo, o grupo teria hackeado o site da polícia do estado de George Floyd, Minneapolis, bem como respectivos rádios. O grupo afirmou em sua conta do Twitter que o responsável pela morte de Epstein teria sido Donald Trump e em seguida revelou uma lista de registros que supostamente estaria nos arquivos da polícia americana. A lista seria a divulgação do famoso “livro preto de Epstein”, com conexões traçadas pelos policiais na investigação do caso, trazendo nomes que poderiam estar ligados ao sistema de tráfico e abuso de prostituição infantil do financista.

Entre os nomes da lista estão membros da família Trump, Clinton, bem como a modelo Naomi Campbell, seu ex-namorado e brasileiro Pedro Diniz, Mick Jagger, Michael Jackson e seu advogado, Charles Spence, Bill Gates e vários outros nomes. Confira a lista completa clicando aqui.

“O engraçado de Naomi, é que ela não só estava ligada ao círculo interno de Epstein, mas também ao do traficante de crianças Jean Luc Brunel e o estuprador de crianças John Casablancas (outro parceiro de Trump e agente de modelos da jovem Ivanka Trump)”, escreveu o perfil.

Brasileiros pediram para que o perfil expusesse o atual presidente do país, Jair Bolsornaro, e o perfil respondeu: “Algo que as pessoas devem olhar no Brasil é investigar se Bolsonaro tem algum vínculo com o traficante e estuprador de crianças John Casablancas, um associado próximo de Trump que atuou como proxy para os negócios de Trump no Brasil sob algum cargo obscuro e indefinido”.

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