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“Sou um instrumento e faço um intercâmbio entre Coreia e Brasil”, comenta Francinne, referência brasileira no K-pop

Crédito: Divulgação/Lu Barbosa Assessoria

Para os fãs brasileiros de K-pop, Francinne está chegando com novidade na área. Nesta quarta-feira, 13, a cantora lança a versão em português do hit coreano “Fading Like A Moon”. Tudo para unir mais uma vez as culturais do ocidente e oriente, né?

A primeira idol ocidental a lançar uma canção no estilo sul-coreano, gravou a releitura no Brasil, com masterização e mixagem realizados lá na Coreia do Sul, por Jay Lee e Oh Seung Eun, os mesmos produtores da faixa original. Arrasou demais!

Por aqui, já estamos ansiosa para esse momento e foi pensando nisso que a todateen bateu um super papo com a Fran que abriu o coração para falar sobre sua relação com a arte, conexão com a Asia e os projetos futuros. Vem ler!

Fran, antes de mais nada, conta pra gente um pouquinho da sua relação com a arte? Como começou o seu amor pela música?

Eu já nasci apaixonada por palco, por música, por brilho. Minha mãe sempre falou que eu era uma criança artista. Quando eu tinha 9 anos, eu fazia aula de ballet e a minha professora de disse para minha mãe que me ouviu cantando, que eu tinha muito talento e que ela deveria investir nisso. Então minha mãe começou a me incentivar, me colocou em aula de canto e dança, e eu amava demais. E não parei mais, é como se eu fosse uma trainer da Coreia desde pequena.

E essa conexão com a Asia, principalmente com meio musical sul-coreano? De onde veio?

Durante a quarentena, eu fui convidada para fazer um feat com um cantor Sul Coreano que estava no Brasil chamado Spax, ex-integrante do grupo BLANC7, eu gravei com ele a música “Te Quiero Mas”, um dueto em português e coreano.

Eu fui muito abraçada e muito querida pelos fãs desse artista por aqui, que me incentivaram a aprender mais sobre a cultura coreana, para ouvir musicas, assistir doramas e foi um caminho sem volta, porque eu me apaixonei culturalmente e comecei a cantar em coreano. Com isso, chamei atenção de empresários coreanos que tem empresas no Brasil e na Coreia. Fui chamada para fazer um projeto de intercâmbio entre Brasil e Coreia, produzindo e gravando musicas na Coreia e trazendo para o Brasil, e foi assim que tudo começou.

Agora falando sobre a canção, onde surgiu a ideia de lançar a versão em português do hit?

Aqui no Brasil temos uma grande dificuldade de pronuncia da língua em coreano, eu percebi que os fãs tem dificuldade, inclusive eu dei até algumas aulas ensinando de forma simplificada aos meus seguidores a cantarem a musica em coreano. Então essa versão em português é um presente para eles, para que possam cantar junto comigo. E eu pretendo fazer sempre uma versão em português para facilitar e trazer todos para pertinho de mim.

Qual a sensação de ser considerada a estrela do K-pop no Brasil?

Eu ainda não consegui me acostumar com esse titulo de IDOL, eu me sinto muito lisonjeada, porque realmente é um trabalho muito árduo de muita dedicação, e eu quero abrir as portas para outros brasileiros que tenham esse sonho e vontade de viajar para Coreia, e acha algo impossível. Eu quero provar que não é impossível, basta querer e ter muita força de vontade e dedicação.

E como foi o processo criativo do clipe?

A principio não teríamos videoclipe para versão em português, mas os meus empresários falaram: ‘Vamos fazer sim porque os seus fãs merecem. Fazer um clipe com muita luz, com muita cor, com muita luz e ao ar livre, trazendo essa alegria brasileira misturando com a cultura coreana também’. Então está bem diferente e muito especial, colocamos elementos de instrumentos musicais coreanos, inclusive estou usando hanbok nas cores do Brasil que eu ganhei na Coreia.

No Brasil, você acredita que há uma grande abertura de ‘aceitação’ da cultura K-pop?

Sim, acredito e a fatos que comprovam que o Brasil é um dos principais países que tem mais fãs de K-pop. É uma cultura muito encantadora que está fazendo o brasileiro se apaixonar, tanto pelos k-dramas, pelo k-pop, pelo k-food que são as comidas coreanas.

É uma cultura muito rica e encantadora, e eu posso dizer que eu sou um instrumento também porque eu estou fazendo um intercâmbio entre Coreia e Brasil.

Por fim, o que podemos esperar dos projetos futuros?

Bom, primeiramente eu quero dizer que o K-Pop é um estilo musical que me deixa super confortável em ser quer eu sou. Estou amando aprender coreano, aprender mais sobre a cultura. Eu e meus empresários temos vários projetos em andamento que já estamos doidos para compartilhar com todos vocês aqui no Brasil. Então fiquem ligados que sempre terá novidades, em breve com musica nova, clipe novo, com muita coreografia e muita motivação para fazer todo mundo dançar K-pop no Brasil.

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