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Pitty, Nando Reis, Emicida, Céu e Criolo se destacam no João Rock 2022!

Crédito: Divulgação/Instagram: @festivaljoaorock

Com público recorde em toda sua história, a 19ª edição do João Rock recebeu mais de 70 mil pessoas no Parque Permanente de Exposições, em Ribeirão Preto, neste sábado, 11.

Ao todo, 26 atrações se apresentaram simultaneamente em três palcos: João Rock, Fortalecendo a Cena e Brasil – Edição Rio de Janeiro, ao longo de mais de 13 horas de festival.

No line-up, o público foi presentado com uma programação que aposta no DNA do rock nacional e seus subgêneros e também reforça a potência da indústria musical brasileira. Nomes como Djonga, Emicida, Céu, Criolo, Pitty, Nando Reis, Titãs, Lagum e Matuê marcaram o evento que precisou ser adiado algumas vezes em decorrência da pandemia de Covid-19.

Crédito: Divulgação/Rafael Cautella

A convite do festival, a todateen acompanhou tudo de pertinho e separou por aqui os melhores momentos. Vem ver!

Anota aí, Djonga é um dos maiores nomes do rap nacional

Mais uma vez, Djonga entregou tudo e provou ser um dos principais artistas do gênero no Brasil. Com uma apresentação memorável e repleta de manifestações políticas, o cantor trouxe um setlist com músicas antigas e os mais novos sucessos.

Hits como “Leal”, “Hat-Trick” e “Procuro Alguém” foram recebidos de maneira calorosa pelo público que, mais do que nunca, vive um momento de extrema necessidade de consumir e pontuar a importância da cultura e todas as suas mensagens.

No início do show, o cantor pediu que os fãs se organizassem para uma “roda punk” e, caso ficasse “bonita”, ele desceria até lá. E assim foi feito! Para alegria dos fãs, em determinado momento, Djonga fez questão de se misturar com a galera, trocando mais energia do que nunca.

“Acho que aqui foi uma das primeiras vezes que eu toquei em um festival com essa proporção, que não era um festival de rap. O João Rock é diverso, é rock, mas não é rock, é de tudo”, afirmou durante a coletiva após a apresentação.

Lagum

A banda mineira se apresentou no palco Fortalecendo a Cena e botou para quebrar (figurativamente rs)! Com muita guitarra e bateria, Pedro, Zani, Chicão e Jorge animaram o público enaltecendo a energia rockeira. Nos últimos tempos, a banda têm marcado presença em diversos festivais, inclusive o Lollapalooza.

Reunindo os sucessos do álbum mais recente “MEMÓRIAS (de onde eu nunca fui)” com hits mais antigos da banda, o grupo não decepcionou a galera da plateia. Fazendo jus ao gênero que comanda o evento, não faltou empolgação, principalmente quando tocaram os sucessos “EU E MINHAS PARANOIAS” e “NINGUÉM ME ENSINOU”.

Matuê

Um dos maiores destaques no cenário do rap e trap nacional nos últimos tempos, Matuê representou com tudo o gênero em uma apresentação de tirar os pés do chão. Mesmo atrasando alguns minutos, o rapper deu conta de um show cheio de energia e nós podemos confirmar.

Hits como “Vampiro” e “Quer Voar” não ficaram de fora do repertório, sem falar que a plateia já sabia as letras de cor e salteado. Virais, né? Além disso, no meio da apresentação, Matuê chamou ninguém menos que MC Chris para o palco.

Que trio! Rashid e o convite para Lellê e Drik Barbosa

No Palco Fortalecendo A Cena, Rashid convidou duas potências femininas para dividir os vocais, Lellê e Drik Barbosa, que está prestes a lançar seu mais novo single intitulado de “Cabeça Erguida”.

Enquanto aguardava a apresentação de Emicida, Céu e Criolo, Drik conversou com a todateen e fez um balanço do retorno de grandes eventos e como tem sido receber o calor humano novamente. “Nossa, foi incrível. Eu acabei de me emocionar com a Pitty, ela estava no palco chorando de estar novamente com as pessoas e foi a mesma sensação da minha parte”, afirmou.

“Está sendo muito lindo e uma forma entender que é importante a gente valorizar a presença das pessoas, da coletividade, transformar as coisas que precisam ser transformadas juntas. Eu acho que a cultura move isso. Eu fiquei muito feliz de subir no palco hoje. O João Rock é sempre muito f*da. E se eu pudesse definir tudo o que eu vivi aqui hoje em uma palavra seria esperança. É alimento de esperança”, acrescentou.

Titãs e o show com clássicos que emocionam

Sucessos como “Epitáfio” e “Flores” integraram a performance da banda paulistana que há anos rompe barreiras marcando e unindo as diferentes gerações – e isso é bom demais, né?

Um dos pontos de destaque do setlist foi quando o grupo embalou “Enquanto Houver Sol”, dedicando a canção aos profissionais de saúde que, durante os momentos mais complicados da pandemia de Covid-19, colocaram suas vidas em risco em prol do outro.

Pitty e Nando Reis unindo gerações

Sabe aquelas parcerias que a gente não sabia que precisava ver até acompanhar? Pois bem, Pitty e Nando Reis provaram justamente isso! Os artistas foram responsáveis por resgatarem memórias afetivas e lindíssimas da galera.

Para se ter ideia, o pot-pourri inicial foi aberto com “Admirável Chip Novo” e “O Amor”, seguido por “Memórias” e “Me Diga”. E o resultado? Melhor impossível. Público aos berros cantando cada trecho dos clássicos. Na sequência, a cantora soltou a voz ao som “Cegos no Castelo”, enquanto Nando cantou “Na Sua Estante” e assim a dupla (de milhões) embalou o público com o show inédito pelo restante da noite.

Crédito: Instagram/@festivaljoaorock

Em entrevista à todateen, os dois ressaltam a importância desse mix de gerações e o quanto essas parcerias impactam na indústria. “Eu acho massa, porque a música tem esse poder de atravessar os tempos e as gerações que se renovam. Foi muito louco esse ano que ‘Chip Novo’ fez 18 anos de idade e eu fiquei chocada com essa informação e assim vi pessoas ressignificando as músicas”, conta Pitty.

“Tem pessoas que vão no meu show e que não tinham nascido quando eu lancei certo disco e isso é uma prova não só daquilo que acontece, mas do que eu creio. A música é atemporal. Tanto é que a gente vai embora e a música vai ficando”, complementa Nando.

Emicida, Céu e Criolo

Finalizando os shows do festival com chave de ouro, Emicida, Céu e Criolo fizeram a estreia do espetáculo “Amor, Ordem e Progresso”. O show-manifesto vem inspirado nas palavras do francês Auguste Comte: “O amor por princípio, a ordem por base e o progresso por fim”, que também inspiraram os dizeres do que está estampado na bandeira do Brasil.

Como já era de se esperar, a apresentação ressaltou a pluralidade do povo brasileiro, destacando a diversidade na construção da identidade nacional. “É tanta gente especial cantando hoje, tanta gente incrível. É uma honra estar aqui hoje”, afirmou Criolo.

Crédito: Instagram/@festivaljoaorock

“E além disso, muita gente está vindo a um show pela primeira vez desde o período mais complicado da pandemia do Covid-19. É uma junção de emoções. É realmente muito importante, significativa e histórica a nossa participação”, celebrou Céu.

“Eu estou desesperado”, brincou Emicida em uma conversa descontraída com a todateen antes de subir ao palco. “Vai ser maravilhoso, com certeza. Mas tem o nervosismo, sim. Depois de tudo isso tem uma expectativa, tem um sentimento de todo mundo, não só os nossos, nem só o do festival, mas o de 70 mil pessoas que estão com muita saudade de se encontrar. Eu torço muito para que a gente consiga dar vazão para essa emoção, para as várias atmosferas que no espetáculo aparecem. Tem momentos em que tem uma densidade maior, tem momentos mais reflexivos, mas acho que tudo foi construído com muito afeto e, no final, quando a gente chega na última canção, a ideia é promover um grande abraço nessa galera”, finalizou.

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